Category: cinema


A magia final de Harry Potter

by at 02:09 in amo, cinema

Sim, eu demorei bastante a assistir Harry Potter and the Deathly Hallows – Parte 2. As férias foram complicadas, estive meio doente e fiquei mais dentro de casa. Sábado, fui logo assistir. Nem sei até quando fica e não podia correr o risco de não assistir no cinema. Não mesmo.

Um problema que eu não tenho é de ficar de mimimi quando ninguém quer ir no cinema comigo. Pelo contrário, acho até que esse eu teria que ver sozinha. Eu sou a minha melhor companhia no cinema porque:

  • Eu sabia que ia chorar bastante, e eu me aceito por isso. Ia ser muito chato alguém tirando onda de mim.
  • Eu não gosto sequer de olhar pro lado no cinema. Não, não converso durante os filmes. Quer assistir filme comigo? Eu vou, mas só te dou 0,1% de atenção durante o filme se este for muito desinteressante.

Assisto a saga desde o início, só li dois ou três livros e não continuei. Mas assisti todos os filmes e acho lindo o universo que a J.K. criou. Como foco muito no que é dito, minha homenagem ao final da saga é falar dos momentos que mais marcaram no filme e claro, das mensagens dadas. Cada coisa linda! (Nem dei aviso de spoiler porque né, o filme já tá quase saindo do cinema).

Frases e momentos mais marcantes (nem sempre serão transcritas com perfeição, afinal não ia decorar a frase ou anotar, em vez de curtir o filme)

Se me pedissem para definir esse filme com uma palavra, eu não teria dúvida: união. Na batalha final, em que Voldemort tenta matar Harry para que ele não destrua as últimas Horcruxes, toda Hogwarts se une para ajudá-lo. Em meio a mortes de entes próximos, sofrimento e dificuldades, não desistiram um só minuto. Eu sempre admirei aliás, a coragem de Harry, Rony e Hermione. É muito inspirador ver que a amizade deles é tão forte a ponto de caminhar junto, ajudando em tudo.

Quando Harry “morre”, achei uma mensagem bastante interessante no que o Dumbledore lhe fala:

“Harry: Essas coisas estão realmente acontecendo ou é coisa da minha mente?

Dumbledore: É coisa da sua mente, mas por que isso te faz pensar que não é real?”

 

Quando no filme passa quem realmente era Snape e porque ele agia daquele jeito com Harry, achei muito emocionante!! Caramba, em todo momento eu pensava que ele não prestava e ele lá, protegendo o filho da mulher que ele amou até a morte. Coisa linda demais.

E o epílogo? Harry e Gina casados, o filho a coisa mais linda desse mundo e o melhor: interligando-se com o primeiro filme, mostrando que diferentemente de como Harry se sentiu, seu filho não poderá se sentir só. Quando eles vão para a plataforma 9 3/4, o pai faz questão de frisar: vamos juntos. Não precisa dizer que foi a cena que eu mais chorei, todo mundo sabe que foi. Até porque né, Alvo Severo Potter é uma fofura, né gente! XD

Bom, e deixei por último por que pra mim, o melhor da saga sempre foi Rony e Hermione. Achei liiinda a cena do beijo deles, e achei um vídeo que passa momentos deles em toda a saga (Rupert Grint pequeno: quero pra mim *-*).

Nada mais inspirador que o amor. Ainda mais o deles, que nasceu aos poucos, com a convivência, as briguinhas e – claro – a grande admiração que cultivaram um pelo outro.

Sabe, durante toda a saga não tive tanta vontade assim de ler os livros, mas é algo que merece ser lido. Pode ter certeza que comprarei um a um, lerei, relerei e continuarei me emocionando. Essa é uma história que não deve se pensar em “ter idade ou não para ler ou assistir”. Tem valores belíssimos e atemporais. Para mim, a saga não acabou. Estará para sempre nas minhas inspirações, nas listas dos melhores, guardada no coração.

{Sei que não falei de muita coisa, mas queria focar mesmo nos momentos que mais gostei}

Mulheres: o sexo forte

by at 12:12 in cinema, resenhas

Elenco: Meg Ryan, Eva Mendes, Jada Pinkett Smith, Annette Bening, Carrie Fisher, Debra Messing, Candice Bergen, Bette Midler.
Direção: Diane English
Gênero: Comédia Dramática
Distribuidora: Califórnia Filmes
Ano: 2008

Sinopse: O filme conta a história de Mary Haines (Meg Ryan), uma designer de moda que parece ter tudo – uma bela casa de campo, um rico marido, uma adorável filha de 11 anos e uma carreira criando desenhos para a venerável companhia de roupas de seu pai. Sua melhor amiga, Sylvie Fowler (Annete Bening), tem outra vida invejável – uma editora feliz e solteira de uma proeminente revista de moda e uma venerada opinião sobre o gosto e o estilo da vanguarda novaiorquina. Mas quando o marido e de Mary tem um caso com a bela Crystal Allen (Eva Mendes), o seu mundo desmorona.

(Fonte: Cine Pop – com alterações minhas.)

- A partir daqui, informações maiores sobre o filme (que tá longe de ser lançamento), mas se não assistiu e não quer saber, não prossiga.

Eu estava na sala com minha mãe, procurando entre os meus esmaltes os que eu pretendia usar quando começou esse filme no Super Cine – e olhe que é muito raro eu assistir filmes na Globo. Ignorei até o fato de ser dublado, pois gostei bastante da história.

As quatro amigas me lembraram (e descobri que a muitos outros, quando vim pesquisar sobre ao fim do filme) as amigas inseparáveis de Sex And The City. Mas elas têm, claro, suas peculiaridades.

A Mary Haines (Meg Ryan) é demitida pelo pai. Sua melhor amiga Sylvie (Annette Bening) descobre por meio de uma manicure fofoqueira que o marido da amiga está traindo-a com uma vendedora de perfumes. Ela se vê num impasse e se abre com suas duas outras amigas, sem saber o que fazer. Elas acham melhor não contar nada, dizendo que “ninguém peca por ficar calada”. Só que, por ironia do destino, Mary decide fazer a unha e vai exatamente para mesma manicure, que repete toda a história. Ela conta com as amigas, sua mãe e a governanta da sua casa e a babá da filha, para passar por cima disso tudo. Mas, como nem tudo são flores, muita coisa acontece nesse meio-tempo. Inclusive ela passa um tempo afastada da melhor amiga. (Para saber mais sobre, só assistindo. Se eu continuar, conto tudo.)

Os tipos de mulher apresentados são bem interessantes, aliás. A Mary, mãe de uma menina pré-adolescente em formação que se entristece com a separação dos pais, procura ao mesmo tempo que dá atenção a filha, dar uma guinada na sua vida – e principalmente na sua carreira. Claro que ela não consegue ter sucesso em 100% do tempo, mas vai melhorando aos poucos. Até que faz um mural com tudo que ela quer fazer, e aí sua vida realmente começa a tomar rumo. Tem também a Sylvie, melhor amiga da Mary, que é solteira, editora de uma revista de uma importante revista de moda e enxerga o lado prático da vida. A Edie Cohen (Debra Messing), é casada, mãe de três meninas e engravida de novo, pois deseja ter um menino. Alex Fisher (Jada Pinkett Smith) é lésbica e tem um modo mais livre de lidar com os percalços da vida.

Mas o que eu queria frisar mais nesse post são as frases ditas pelos personagens no longa. Servem de reflexão a todas nós, do sexo forte:

“Devia existir uma pílula para a gente tomar e apagar o amor.”

(Mary Haines)

“Não sei porque botam luzes fluorescentes nos provadores. Qual mulher vai querer provar roupa com chuvas de meteoros sobre a sua pele?” – haha, mandou bem!

(M. H.)

“A esposa é a única burra o suficiente para amar alguém como ele é.”

(Não lembro quem falou, mas é genial!)

“- Você disse que ia ouvir minhas opiniões!

- É isso que a gente diz quando pega emprestado um monte de dinheiro de alguém.

(Mary diz para a sua mãe, no dia do desfile da sua marca)

“Não quero o mundo todo, só uma bela fatia.”

(Sylvie Fowler)

Além disso, falei no post no mural que a Mary faz, com o que ela mais deseja fazer na vida. Achei que seria uma inspiração ótima para todas. Se não quer fazer um mural, um caderninho, ou no próprio blog, mas é sempre bom ter metas a alcançar, pois elas movem a nossa vida.

O filme não é perfeito, mas tem tiradas bem bacanas e tem um final bem legal (mas não sou eu quem vou contar, assistam). Adoro filmes assim, de mulherzinha, mas esse não foi tão fútil como muitos costumam ser.

Vejam o trailer:

 

Raise your voice – Na trilha da fama

by at 04:18 in cinema

 

Na trilha da Fama

Hilary Duff (de Doze é Demais) é uma garota que vive em uma pequena e pacata cidade do interior, mas que possui grandes sonhos. O principal deles é se tornar uma cantora de sucesso em alguma grande metrópole. Para tanto, ela deixa sua cidade natal e embarca em uma viagem para Los Angeles, onde se matricula e começa a freqüentar uma escola de interpretação. Ali ela se depara com o choque de sair de um lugar onde todos se conhecem para uma cidade onde todo mundo tem pressa e onde as coisas acontecem um pouco rápido demais. Assim, ela aprende muitas coisas e absorve as vantagens e desvantagens desse conflito cultural, ao mesmo tempo em que descobre que todas essas circunstâncias podem ser boas para um romance que está nascendo.

Minha nota:

O filme é muito emocionante, serve para dar aquela sacudida em nós que queremos realizar sonhos que para os outros parecem impossíveis. Injeção de ânimo maravilhosa, engana-se quem acha que o filme é bobinho. Um filme maravilhoso! Confira!