Sim, eu demorei bastante a assistir Harry Potter and the Deathly Hallows – Parte 2. As férias foram complicadas, estive meio doente e fiquei mais dentro de casa. Sábado, fui logo assistir. Nem sei até quando fica e não podia correr o risco de não assistir no cinema. Não mesmo.
Um problema que eu não tenho é de ficar de mimimi quando ninguém quer ir no cinema comigo. Pelo contrário, acho até que esse eu teria que ver sozinha. Eu sou a minha melhor companhia no cinema porque:
Eu sabia que ia chorar bastante, e eu me aceito por isso. Ia ser muito chato alguém tirando onda de mim.
Eu não gosto sequer de olhar pro lado no cinema. Não, não converso durante os filmes. Quer assistir filme comigo? Eu vou, mas só te dou 0,1% de atenção durante o filme se este for muito desinteressante.
Assisto a saga desde o início, só li dois ou três livros e não continuei. Mas assisti todos os filmes e acho lindo o universo que a J.K. criou. Como foco muito no que é dito, minha homenagem ao final da saga é falar dos momentos que mais marcaram no filme e claro, das mensagens dadas. Cada coisa linda! (Nem dei aviso de spoiler porque né, o filme já tá quase saindo do cinema).
Frases e momentos mais marcantes (nem sempre serão transcritas com perfeição, afinal não ia decorar a frase ou anotar, em vez de curtir o filme)
Se me pedissem para definir esse filme com uma palavra, eu não teria dúvida: união. Na batalha final, em que Voldemort tenta matar Harry para que ele não destrua as últimas Horcruxes, toda Hogwarts se une para ajudá-lo. Em meio a mortes de entes próximos, sofrimento e dificuldades, não desistiram um só minuto. Eu sempre admirei aliás, a coragem de Harry, Rony e Hermione. É muito inspirador ver que a amizade deles é tão forte a ponto de caminhar junto, ajudando em tudo.
Quando Harry “morre”, achei uma mensagem bastante interessante no que o Dumbledore lhe fala:
“Harry: Essas coisas estão realmente acontecendo ou é coisa da minha mente?
Dumbledore: É coisa da sua mente, mas por que isso te faz pensar que não é real?”
Quando no filme passa quem realmente era Snape e porque ele agia daquele jeito com Harry, achei muito emocionante!! Caramba, em todo momento eu pensava que ele não prestava e ele lá, protegendo o filho da mulher que ele amou até a morte. Coisa linda demais.
E o epílogo? Harry e Gina casados, o filho a coisa mais linda desse mundo e o melhor: interligando-se com o primeiro filme, mostrando que diferentemente de como Harry se sentiu, seu filho não poderá se sentir só. Quando eles vão para a plataforma 9 3/4, o pai faz questão de frisar: vamos juntos. Não precisa dizer que foi a cena que eu mais chorei, todo mundo sabe que foi. Até porque né, Alvo Severo Potter é uma fofura, né gente! XD
Bom, e deixei por último por que pra mim, o melhor da saga sempre foi Rony e Hermione. Achei liiinda a cena do beijo deles, e achei um vídeo que passa momentos deles em toda a saga (Rupert Grint pequeno: quero pra mim *-*).
Nada mais inspirador que o amor. Ainda mais o deles, que nasceu aos poucos, com a convivência, as briguinhas e – claro – a grande admiração que cultivaram um pelo outro.
Sabe, durante toda a saga não tive tanta vontade assim de ler os livros, mas é algo que merece ser lido. Pode ter certeza que comprarei um a um, lerei, relerei e continuarei me emocionando. Essa é uma história que não deve se pensar em “ter idade ou não para ler ou assistir”. Tem valores belíssimos e atemporais. Para mim, a saga não acabou. Estará para sempre nas minhas inspirações, nas listas dos melhores, guardada no coração.
{Sei que não falei de muita coisa, mas queria focar mesmo nos momentos que mais gostei}
Elenco: Meg Ryan, Eva Mendes, Jada Pinkett Smith, Annette Bening, Carrie Fisher, Debra Messing, Candice Bergen, Bette Midler. Direção: Diane English Gênero: Comédia Dramática Distribuidora: Califórnia Filmes Ano: 2008
Sinopse: O filme conta a história de Mary Haines (Meg Ryan), uma designer de moda que parece ter tudo – uma bela casa de campo, um rico marido, uma adorável filha de 11 anos e uma carreira criando desenhos para a venerável companhia de roupas de seu pai. Sua melhor amiga, Sylvie Fowler (Annete Bening), tem outra vida invejável – uma editora feliz e solteira de uma proeminente revista de moda e uma venerada opinião sobre o gosto e o estilo da vanguarda novaiorquina. Mas quando o marido e de Mary tem um caso com a bela Crystal Allen (Eva Mendes), o seu mundo desmorona.
- A partir daqui, informações maiores sobre o filme (que tá longe de ser lançamento), mas se não assistiu e não quer saber, não prossiga.
Eu estava na sala com minha mãe, procurando entre os meus esmaltes os que eu pretendia usar quando começou esse filme no Super Cine – e olhe que é muito raro eu assistir filmes na Globo. Ignorei até o fato de ser dublado, pois gostei bastante da história.
As quatro amigas me lembraram (e descobri que a muitos outros, quando vim pesquisar sobre ao fim do filme) as amigas inseparáveis de Sex And The City. Mas elas têm, claro, suas peculiaridades.
A Mary Haines (Meg Ryan) é demitida pelo pai. Sua melhor amiga Sylvie (Annette Bening) descobre por meio de uma manicure fofoqueira que o marido da amiga está traindo-a com uma vendedora de perfumes. Ela se vê num impasse e se abre com suas duas outras amigas, sem saber o que fazer. Elas acham melhor não contar nada, dizendo que “ninguém peca por ficar calada”. Só que, por ironia do destino, Mary decide fazer a unha e vai exatamente para mesma manicure, que repete toda a história. Ela conta com as amigas, sua mãe e a governanta da sua casa e a babá da filha, para passar por cima disso tudo. Mas, como nem tudo são flores, muita coisa acontece nesse meio-tempo. Inclusive ela passa um tempo afastada da melhor amiga. (Para saber mais sobre, só assistindo. Se eu continuar, conto tudo.)
Os tipos de mulher apresentados são bem interessantes, aliás. A Mary, mãe de uma menina pré-adolescente em formação que se entristece com a separação dos pais, procura ao mesmo tempo que dá atenção a filha, dar uma guinada na sua vida – e principalmente na sua carreira. Claro que ela não consegue ter sucesso em 100% do tempo, mas vai melhorando aos poucos. Até que faz um mural com tudo que ela quer fazer, e aí sua vida realmente começa a tomar rumo. Tem também a Sylvie, melhor amiga da Mary, que é solteira, editora de uma revista de uma importante revista de moda e enxerga o lado prático da vida. A Edie Cohen (Debra Messing), é casada, mãe de três meninas e engravida de novo, pois deseja ter um menino. Alex Fisher (Jada Pinkett Smith) é lésbica e tem um modo mais livre de lidar com os percalços da vida.
Mas o que eu queria frisar mais nesse post são as frases ditas pelos personagens no longa. Servem de reflexão a todas nós, do sexo forte:
“Devia existir uma pílula para a gente tomar e apagar o amor.”
(Mary Haines)
“Não sei porque botam luzes fluorescentes nos provadores. Qual mulher vai querer provar roupa com chuvas de meteoros sobre a sua pele?” – haha, mandou bem!
(M. H.)
“A esposa é a única burra o suficiente para amar alguém como ele é.”
(Não lembro quem falou, mas é genial!)
“- Você disse que ia ouvir minhas opiniões!
- É isso que a gente diz quando pega emprestado um monte de dinheiro de alguém.
(Mary diz para a sua mãe, no dia do desfile da sua marca)
“Não quero o mundo todo, só uma bela fatia.”
(Sylvie Fowler)
Além disso, falei no post no mural que a Mary faz, com o que ela mais deseja fazer na vida. Achei que seria uma inspiração ótima para todas. Se não quer fazer um mural, um caderninho, ou no próprio blog, mas é sempre bom ter metas a alcançar, pois elas movem a nossa vida.
O filme não é perfeito, mas tem tiradas bem bacanas e tem um final bem legal (mas não sou eu quem vou contar, assistam). Adoro filmes assim, de mulherzinha, mas esse não foi tão fútil como muitos costumam ser.
Hilary Duff (de Doze é Demais) é uma garota que vive em uma pequena e pacata cidade do interior, mas que possui grandes sonhos. O principal deles é se tornar uma cantora de sucesso em alguma grande metrópole. Para tanto, ela deixa sua cidade natal e embarca em uma viagem para Los Angeles, onde se matricula e começa a freqüentar uma escola de interpretação. Ali ela se depara com o choque de sair de um lugar onde todos se conhecem para uma cidade onde todo mundo tem pressa e onde as coisas acontecem um pouco rápido demais. Assim, ela aprende muitas coisas e absorve as vantagens e desvantagens desse conflito cultural, ao mesmo tempo em que descobre que todas essas circunstâncias podem ser boas para um romance que está nascendo.
Minha nota:
O filme é muito emocionante, serve para dar aquela sacudida em nós que queremos realizar sonhos que para os outros parecem impossíveis. Injeção de ânimo maravilhosa, engana-se quem acha que o filme é bobinho. Um filme maravilhoso! Confira!