29 May 2012
Nanoestórias
by despindoest at 16:52 in nanocontos
E parou de sonhar quando a realidade lhe mostrou que poderia sim, ser mágica.
Ana era veementemente humilde. Demais. Absolutamente. Ela mesma que dizia.
Naquela rua distante, o amor trazia todos para perto do sempre.
No ir e vir das atitudes e situações, o que fica é você e o aprendizado que carrega.
P.S.: Cada linha dessa é um texto em si, sem ligação com as seguintes. É porque tem gente por aqui que já confundiu isso.