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Nanoestórias

by at 16:52 in nanocontos

E parou de sonhar quando a realidade lhe mostrou que poderia sim, ser mágica.

 

Ana era veementemente humilde. Demais. Absolutamente. Ela mesma que dizia.

 

Naquela rua distante, o amor trazia todos para perto do sempre.

 

No ir e vir das atitudes e situações, o que fica é você e o aprendizado que carrega.

 

P.S.: Cada linha dessa é um texto em si, sem ligação com as seguintes. É porque tem gente por aqui que já confundiu isso. :D