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Depois das férias…

by at 15:07 in férias

Voltei pra casa mais leve, sabendo mais como lidar com certas coisas. Porque tudo continua quase igual quando a gente volta. Mas eu precisava. Precisava desse tempo pra mim, que não tinha desde que passei no vestibular. Esquecer um pouco do dia a dia, descansar e encarar tudo de longe, ver o que dali pode ser modificado. E voltar. É bom, é ruim, é igual era antes, é diferente. Tudo muda e ao mesmo tempo tudo permanece. Assim mesmo, confuso. Mas o modo de lidarmos com cada situação se renova.
Eu precisava desse tempo mesmo. E foi bom. Voltei com energias renovadas, sabendo que não tá perfeito (e nunca vai ficar, né), mas sempre pode melhorar.
Tô feliz e alerta, querendo acertar mais. Mas se errar, aprenderei a não fazer mais adiante. Sem grandes cobranças.

P.S.: Era só um desabafo. Ainda vou falar um pouco da viagem por aqui.

Top 5: canções tristes

by at 01:17 in música, top 5

Geralmente eu acho pouco conteúdo e lirismo em músicas sobre felicidade. As tristes são bem mais expressivas, ao menos pra mim. Resolvi fazer um top 5 das que mais me marcam hoje em dia:

1. Every now and then – Noisettes

Faz um certo tempo que me rendi aos encantos dessa banda londrina comandada pela vocalista Shingai Shoniwa. E essa música é a que mais me chamou atenção desde a primeira vez que ouvi. Curiosamente, ela diz muito do que eu quero dizer nos momentos de maior tristeza.
“Onde quer que você pare no caminho
Eu espero que o vento sopre você
De volta a minha vida
No fim da estrada
E ainda, as vezes eu escuto sua voz
Cantando suavemente para mim
Dentro de minha cabeça
E essa voz canta até que eu adormeça
E se estou apenas sonhando
Ninguem vai rasgar as cortinas?
Rasgar as cortinas.”
2. Rewind – Diane Birch

Com a matadora frase “But time won’t change the things unsaid” (Mas o tempo não vai mudar as coisas não ditas), comecei a pensar em como a vida pode mudar se não arriscarmos a fazer o que o coração nos manda. Diane Birch sabe o que e como dizer.
3. Love is a losing game – Amy Winehouse
Pessimista demais nas horas de felicidade, mas realista ao extremo na hora da fossa: assim são os versos de “Love is a losing game”, pra mim a melhor música da Amy. Nada como viver bem uma fossa, para superá-la por completo depois. E como essa música ajuda, viu.
4. Hole in my soul – Aerosmith

(o clipe não tá numa qualidade muito boa, mas é o que tem pra hoje é o único que encontrei)
Mais uma música que versa sentimentos sobre quem é maltratado por aquele que ama, e de Aerosmith não precisa se dizer muito, não é? Simplesmente amo essa música, e o CD que a contém (Nine Lives, o décimo e melhor disco da banda)!
5. Don’t forsake me – Duffy

Com a sua voz rouca e singularíssima, Duffy sabe como ninguém encantar com suas canções. E com o novo CD Endlessly, uma das que pra mim teve destaque foi essa. Composição de Albert Hammond, interpretada pela diva. Me identifiquei por falar de perdas que dizemos estarem superadas, mas que ainda estão, muitas vezes, intactas em nós.

Espero que tenham gostado, em breve mais Top 5.

P.S.: Há umas duas semanas eu estou trabalhando. Lá na UFPE mesmo, na Livraria Universitária pela manhã. Adeus, férias. Adeus, maratonas de séries de madrugada. Mas está sendo bem legal!

P.S.2: No fim de semana passado, fui à Porto de Galinhas com os queridos Dhú, Nívia, Guilherme e Rhaisa. Foi ótimo! Postei algumas fotos no meu flickr, confiram.

P.S.3: Dia 19 foi meu aniversário. Não fiz nada de extraordinário, acordei cedo, fui trabalhar, voltei pra casa. Recebi carinho de pessoas muito queridas, foi muito bom! E eu me dei um presente: registrei e hospedei meu domínio, o Despindo Estórias agora terá casa própria!! Mas só migro depois que tiver tudo pronto, é claro! :)

Música e férias [duas coisas maravilhosas, diga-se de passagem...]

by at 14:32 in música

Hum, nessas férias não tem mesmo muito a fazer, então o jeito é usar a criatividade!! Leio, escuto música, durmo, aff!!
Mas as maiores “descobertas” foram na música (o porquê das aspas:são descobertas pra mim, que geralmente não tenho tempo de ouvir quando tô em aula, mas que a maioria o pessoal já ouve há algum tempo…).
São sons diferentes, vozes inigualáveis, como a da Kate Nash. Já tinha lido sobre ela na Capricho, mas nunca tinha ouvido! E então descobri que não vou parar mais de ouvir logo na primeira escutada! Voz doce, som calmo e às vezes até mais agitadinho, um pop muito bom de se ouvir.
[...]
Tem também a Cat Power. A moça realmente é tão talentosa como eu ouvi dizer! Voz marcante e liiinda.
Fora elas, tem Sophia e Sophie, Regina Spektor. Muita gente deve conhecer e já ter ouvido muito, mas minha vida de estudante não me permitia ter tanto tempo assim pra sair fuçando. Não tenho problema em ser meio atrasada, é o ritmo da minha vida , uai! [eu nem sou mineira...¬¬'] .